domingo, 30 de março de 2008

Psiquilibrium

Alexandra Barros

Psicóloga Clínica



"O essencial é invisível aos olhos" (Antoine de Saint-Exupery)


A relação terapêutica pretende promover o processo de desenvolvimento pessoal e relacional, com o objectivo de prevenir ou atenuar o sofrimento psíquico. Constitui-se ainda como forma de auto-conhecimento para qualquer indivíduo que pretenda compreender-se melhor, no sentido do seu crescimento pessoal e social.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Contactos

Formação

Respondemos às solicitações das entidades que nos contactam e desenvolvemos acções de formação para pais, professores e educadores, enfermeiros, psicólogos e outros potenciais interessados.

Orientação Escolar e Vocacional


Pretende ajudar os adolescentes nas suas decisões relativamente às áreas académicas e ao futuro profissional. Trata-se de explorar os interesses vocacionais bem como as aptidões para prosseguir estudos numa determinada área e/ou optar por uma profissão.


Por outro lado permitirá avaliar e diagnosticar necessidades educativas especiais, segundo o novo Dec. Lei 3-2008, procurando orientar mais rapidamente a família e a escola na definição do projecto educativo e das estratégias mais adequadas nos casos em que são necessárias medidas educativas especiais.

Psicologia do Idoso


A psicologia tem aberto cada vez mais o seu leque de intervenção e a população idosa constitui uma área de intervenção de grande interesse e pertinência.


A intervenção com idosos passa frequentemente pela análise do projecto de vida perante a proximidade da morte. Os idosos procuram muitas vezes certificar-se de que cumpriram os seus objectivos. A confrontação com a velhice, a doença, a morte do parceiro, a solidão e a proximidade da morte são, muitas vezes, causadores de grande angústia.


O trabalho com o psicólogo poderá ajudar o idoso a reconfortar-se com a sua história de vida, a ultrapassar preocupações e, sobretudo, a viver com maior serenidade e qualidade.

Psicologia do Adulto


Na intervenção com o adulto, a psicoterapia pode constituir-se como factor de mudança e fortalecimento emocional em fases mais fragilizadas da vida, promovendo a compreensão de si próprio e o relacionamento com os outros.


Os motivos mais frequentes que levam o adulto a recorrer à ajuda do psicólogo são a depressão, as dificuldades de relacionamento social e profissional, o divórcio, o luto ou a ansiedade. No entanto, nem sempre os sintomas são equivalentes óbvios da causa do mal-estar. Também nem sempre existe sofrimento associado, podendo o adulto recorrer à psicoterapia apenas como processo de auto-conhecimento.


O adulto é convidado a expressar tudo o que sente e pensa, enquanto o psicólogo procura compreender os motivos que causam sofrimento, devolvendo-lhe as suas vivências de uma forma que permite a reconstrução das suas experiências e o exercício de estratégias mais ajustadas. Pou outro lado, procura-se potenciar todos os factores positivos associados à personalidade do indivíduo.


quinta-feira, 27 de março de 2008

Psicologia do Adolescente


A adolescência é uma fase de mudança, com a qual nem sempre o jovem e/ou a família conseguem lidar da melhor forma. O facto de "já não se ser criança e ainda não se ser adulto" é muitas vezes motivo de confusão emocional e de conflito, sendo esta fase vista como uma crise. Existem mudanças físicas e emocionais que levam frequentemente a alterações como o isolamento, a agressividade, os comportamentos de risco, ao insucesso escolar, entre outros.


Também aqui se torna necessário compreender as fases anteriores do desenvolvimento, de forma a enquadrar as vivências do adolescente e a compreender o seu percurso.


Na relação terapêutica, o adolescente encontra um espaço neutro de partilha, onde pode expor o que o atormenta sem recriminações ou juízos de valor mas com vista ao seu equilíbrio e funcionamento ajustado. É importante salientar que por trás de um adolescente conflituoso ou desafiador está, muitas vezes, uma criança assustada.

Psicologia da Criança


Na intervenção com crianças, que abrange o entendimento do desenvolvimento precoce, procura-se esclarecer os factores relacionados com alterações do comportamento, da comunicação, da socialização, do desempenho escolar, entre outras. Trata-se de ajudar os pais e a criança a ultrapassar as suas dificuldades ou a descobrir estratégias que diminuam o seu impacto no funcionamento infantil global.


Entre os motivos mais frequentes que levam os pais a trazer a criança ao nosso gabinete encontram-se: a tristeza, o isolamento, a agressividade, o insucesso escolar, as birras, a separação dos pais ou os atrasos de desenvolvimento.


Sobretudo através da actividade lúdica, aproximamo-nos da realidade interna da criança para compreender os factores que a estão a afectar negativamente, procurando ajudá-la a manifestar o seu sofrimento de uma forma mais eficaz, conduzindo-a a um maior equilíbrio.


Mais uma vez, é essencial ajudar os pais a compreender o que está a provocar o mal-estar da criança e os sintomas.

Psicologia do Bebé


Na intervenção com bebés, procura-se compreender padrões relacionais com os pais que poderão causar alterações do sono, da alimentação, da interacção e, de uma forma geral, do desenvolvimento. Trata-se de ajudar a família a interpretar a linguagem do bebé e a responder-lhe conforme as suas necessidades.


Mais especificamente, nos casos de prematuridade ou de malformações congénitas é extremamente importante o apoio à família, no sentido de se adaptar às fragilidades do bebé e de descobrir as suas potencialidades. A intervenção e a vigilância têm ainda como objectivo estimular o seu desenvolvimento e despistar atempadamente algumas problemáticas.

Psicologia Clínica


O estilo de vida actual conduz a quadros cada vez mais frequentes de depressão, ansiedade, stress e outras alterações emocionais que colocam em causa o equilíbrio pessoal e social dos indivíduos.


A intervenção em saúde mental pretende abranger todas as idades, da infância à velhice, com todas as especificidades que implicam. Desde a avaliação à intervenção individual ou aos grupos terapêuticos, pretende-se promover o equilíbrio emocional e o crescimento pessoal, sem que este processo esteja obrigatoriamente associado à doença.



Existe uma procura crescente do serviço de Psicologia no tratamento de problemáticas como a depressão, as dificuldades de relacionamento, o insucesso escolar e/ou profissional, a hiperactividade ou outros quadros associados a uma fragilidade emocional.



Como processo terapêutico ou de auto-conhecimento, a psicoterapia impõe-se como um percurso de crescimento pessoal que favorece o equilíbrio individual e interpessoal.